quinta-feira, 18 de junho de 2009

Encontro 23/05/2009

No encontro do dia 23/05/2009, os subgrupos encontraram-se para discutir diferentes temas relacionados ao ensino da matemática no ensino fundamental e médio.


Grupo de Medidas (Conceição, Adriana L, Monike, Roberto e Claúdia)

Grupo de Frações e Números Racionais (Valdete e Davi)

Grupo de Álgebra Linear (Eliane, Renata e Lilían)
Grupo de Funções (Fátima e Rosana)


Grupo Arte&Matemática (Solange, Geórgea, Edilaine, Milda, Marly, Cido, Izaura)






quarta-feira, 3 de junho de 2009

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Livros Inapropriados

Por acaso vocês leram a matéria da Folha de São Paulo ou no site do G1 falando a respeito dos livros inapropriados que foram entregues para os alunos de escolas públicas do estado de são paulo?
Alunos que estão em fase de ALFABETIZAÇÃO!!!
Quem não leu, leia: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MRP1159630-5605,00.html
Quando eles erram não passa de um equívoco! Mas quando podem de alguma forma escapar da culpa e joga-la em cima de nós... Aí eles fazem isso com todo o alarde possível. Já não bastasse os erros que ocorreram nas apostilas de Geografia com a inclusão de DOIS PARAGUAIS. Agora temos que usar livros com palavrões para ALFABETIZAR crianças?
Onde vai parar e quando vai acabar esse domínio inescrupuloso do PSDB no estado de são paulo? Quando as escolas estiverem todas fechadas, todos os docentes com problemas de saúde graves, morte nas escolas, quando??? ATÉ QUANDO???
Pode não parecer, mas as políticas do estado influenciam e muito o andamento das escolas particulares que parecem estar correndo nos mesmos trilhos da escola pública...
Acho que não existe mais greve, paralisação que possa chamar a atenção da população. Tem que existir outra forma de chocar as pessoas para tamanha falta de competência administrativa da secretaria de educação do estado de são paulo.
Estou indignado e não me conformo em me manter calado perante tantos erros!
Davi.

domingo, 10 de maio de 2009

Encontro 09/05/2009

No encontro do último sábado discutimos a Introdução do livro "O ensino de matemática hoje - Enfoques, sentidos e desafios" da autora argentina Patricia Sadovsky.



No segundo momento do encontro, a Edilaine apresentou uma oficina com representações de sólidos geométricos. Assim, disponibilizou palitos e gomas para que pudessemos compor nossas representações


Algumas explorações do conceito de sólidos geométricos foram discutidas. Alguns professores expuseram a forma como trabalham em sala de aula. 

domingo, 26 de abril de 2009

Encontro 25/04/2009



Iniciamos o encontro do dia 25/04, coordenado pela Rosana Rosolém, com a presença de uma nova participante; Maria da Graça que é Supervisora da prefeitura de Campinas. Em seguida assistimos ao filme "Pro Dia Nascer Feliz".  Ao final, lemos a entrevista concedida por Valéria ao GdS:










Entrevista com Valéria

 Vanessa - Primeiro gostaria de agradecer, em nome de todo Grupo de Sábado, você ter aceitado este convite. Como já contei para você, no grupo estamos discutindo o tema “Diversidade e Currículo”. No próximo encontro vamos assistir ao documentário “Pro Dia Nascer Feliz”. E a idéia de enviar estas perguntas veio do fato de que você representa um caso emblemático para pensarmos a diversidade na escola.                      

Vanessa - Eu tenho uma curiosidade - como você encontrou a literatura? Foi na escola? Alguém teve um papel especial neste encontro? Caso tenha sido na escola este encontro com a literatura, observamos também que a escola a excluiu pelo fato de ser diferente de seus colegas que não tinham tanto interesse na literatura e na escrita. Gostaria que você falasse um pouco sobre a importância da escola ter ampliado seu repertório cultural, e, entretanto não ter conseguido lidar com esta ampliação.

Valéria - Meu encontro com a literatura foi de fato na escola, na verdade eu sempre fui muito inquieta e na sala de aula não era diferente. Os professores não sabiam como lidar com o meu comportamento diante dos demais, eu não prestava atenção nas aulas e sempre levantava algum questionamento. Nos corredores e pátio da escola eu vivia chamando atenção de algum modo e por esse motivo a diretora me colocava de castigo. Deixavam-me numa sala sozinha e como eu passava horas e horas por lá, comecei a folhear os livros que havia numa prateleira. A partir daí começou meu interesse pela leitura. A escola na verdade teve que se adaptar a minha forma de ver o mundo, passei a escrever poesia e a organizar festivais dentro da escola, era muito complicado sensibilizar os professores e outros alunos para inovar a metodologia de ensino. Eles não entendiam por que aquilo poderia ser tão importante, na verdade não estavam dispostos e nem preparados para o novo. Eu comecei então a conter meu desejo de mudança, me sentia sozinha mesmo estando no meio de toda aquela gente que eu conhecia desde sempre. O fato da escola não ter ampliado seu horizonte está diretamente ligado ao fato de carregarmos o estigma de que pobre não precisa ampliar conhecimento, pobre não gosta de ler e, portanto não pode ampliar sua visão de mundo. Todo o contexto escolar era favorável á esse tipo de conceito por que não havia biblioteca, nem laboratório de informática, os recursos que havia eram o quadro e o giz.

 Vanessa - E como você vislumbra uma escola que valorizasse seu potencial de escrita?

Valéria - Acredito que a escola precisa repensar sua metodologia, não dá pra imaginar uma escola em pleno século xxI sem recursos que propiciam o desenvolvimento pleno do aluno. Acho que a escola ainda funciona num molde arcaico, a função que ela exerce é de ensinar o aluno a ler e a escrever, ela está preocupada em escolarizar quando na verdade ela deve EDUCAR. É preciso aproveitar o potencial que cada aluno trás consigo, envolver outras manifestações artísticas para dinamizar os conteúdos á serem trabalhados. A escola deve acompanhar a velocidade pela qual as coisas acontecem e se transformam, por que o mundo além dos muros da escola é muito mais atrativo.

 Valéria - Você ainda gosta de escrever? Espero que sim. Sem querer abusar, mas já abusando. Caso sinta-se à vontade, gostaria que você escrevesse algumas palavras da maneira que você quiser sobre:

Escola

Professores

Diversidade

Família

Manari

Valéria - A escola foi o espaço onde eu aprendi embora de maneira árdua a me descobrir enquanto ser humano.Opções de postagem

Os professores foram os heróis que aprendi a admirar, por que havia uma luta diária que era travada por eles contra um sistema complexo e muito perverso. Eles eram apontados como culpados, quando na verdade não passavam de vítimas.

 Diversidade: é a palavra que define o valor real de nossa existência, é o que nos faz acreditar que só existe sentido para as coisas que são diferentes e que nos completa de algum modo. Diversidade é isso que nos faz reconhecer outras formas de cultura, expressão de arte, beleza, é justamente o motivo pelo qual somos instigados a pensar, a questionar sobre as outras pessoas e situações, a aceitar e principalmente respeitar toda e qual quer forma expressão humana.

 Minha família é meu chão, minha base, o motivo pelo qual eu continuei nessa caminhada apesar de tanta adversidade. Meus pais foram às pessoas que me deram apoio incondicional mesmo não entendendo absolutamente nada de tudo aquilo que eu dizia e idealizava. Eles abriram mão de minha companhia para deixar ir à busca dos meus sonhos, deixaram uma filha de 13 anos liderar o fórum municipal da cidade, viajar por semanas participando de congressos sobre educação, fazer cursos em outras cidades, reivindicar condições mais adequadas para o transporte dos alunos. Às vezes eu sentia que eles só queriam ter uma filha normal. 

Manari: Bom, este foi o cenário que abrigou meus sonhos e que me fez sair do casulo e voar para além das impossibilidades. È o cantinho onde descobri as coisas mais fantásticas da minha existência, onde conheci as pessoas mais importantes. Manarí é o lugar que um dia vai ser conhecido mundialmente como a cidade das pessoas que deram á volta por cima, que vai ter escolas com ensino de qualidade e onde as pessoas vão poder ler á qualquer hora da vida.

      Rosana prosseguiu a coordenação do encontro relatando sua experiência em educação não formal. Em seguida, houve um debate acerca das ações das empresas que desenvolvem projetos educativos. 

Ao final do encontro combinamos o calendário para o dia 09/05:

- Discussão e Leitura do Primeiro Capítulo do Livro "O ensino de matemática hoje" 

- Experiência de sala de aula "Sólidos Geométricos" (Edilaine)

Coordenação: Roberto Barbutti

quarta-feira, 18 de março de 2009

Encontro 14/03/2009

No encontro do dia 14/03 os subgrupos se reuniram para iniciar os estudos sobre os temas propostos.
No segundo momento do encontro o site foi apresentado, os participantes do GdS aprovaram o novo formato. Em seguida, três novos participantes se apresentaram: Milda, Marly e Aparecido.
Ao final do encontro, a participante Keli explicou como se usa a ferramenta de controle de alterações do word para que os professores-autores de narrativas submetidas para o quarto livro do grupo consigam fazer as alterações necessárias para a publicação.



segunda-feira, 9 de março de 2009

Encontro 28/02/2009

As discussões do texto "Educando e educadores: seus direitos e o currículo" - Miguel Gonzáles Arroyo que faz parte de um material enviado as escolas pelo MEC ocorreram no encontro do dia 28/02 e foram "acaloradas", como colocou a profa. Dione. A partir da fala de alguns professores compreendi que o MEC elabora políticas de formação de professores pautadas na racionalidade técnica. No entanto, o texto do prof. Arroyo aponta para um profissional que intervenha no currículo de forma reflexiva e identifique a diversidade do contexto escolar. Sem questionar o autor, observo uma incoerência desta atitude do MEC de enviar as escolas um material com este tom ao não oferecer uma contrapartida condizente com as proposições do texto. Como a profa. Dione colocou no encontro, acho que devemos usar o texto do Arroyo para questionar certas coisas!
Talvez haja pressupostos políticos-pedagógicos que nós que queremos melhorias no ensino público nos identificamos. No entanto, quando provenientes de governos que não subsidiam tais pressupostos efetivamente, não devem ser compreendidos de forma ingênua. Pois, alguns pressupostos são apropriados pelas políticas públicas de forma a justificar outras lógicas.