quinta-feira, 18 de junho de 2009
Encontro 23/05/2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Livros Inapropriados
Alunos que estão em fase de ALFABETIZAÇÃO!!!
Quem não leu, leia: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MRP1159630-5605,00.html
Quando eles erram não passa de um equívoco! Mas quando podem de alguma forma escapar da culpa e joga-la em cima de nós... Aí eles fazem isso com todo o alarde possível. Já não bastasse os erros que ocorreram nas apostilas de Geografia com a inclusão de DOIS PARAGUAIS. Agora temos que usar livros com palavrões para ALFABETIZAR crianças?
Onde vai parar e quando vai acabar esse domínio inescrupuloso do PSDB no estado de são paulo? Quando as escolas estiverem todas fechadas, todos os docentes com problemas de saúde graves, morte nas escolas, quando??? ATÉ QUANDO???
Pode não parecer, mas as políticas do estado influenciam e muito o andamento das escolas particulares que parecem estar correndo nos mesmos trilhos da escola pública...
Acho que não existe mais greve, paralisação que possa chamar a atenção da população. Tem que existir outra forma de chocar as pessoas para tamanha falta de competência administrativa da secretaria de educação do estado de são paulo.
Estou indignado e não me conformo em me manter calado perante tantos erros!
Davi.
domingo, 10 de maio de 2009
Encontro 09/05/2009

domingo, 26 de abril de 2009
Encontro 25/04/2009
Entrevista com Valéria
Vanessa - Eu tenho uma curiosidade - como você encontrou a literatura? Foi na escola? Alguém teve um papel especial neste encontro? Caso tenha sido na escola este encontro com a literatura, observamos também que a escola a excluiu pelo fato de ser diferente de seus colegas que não tinham tanto interesse na literatura e na escrita. Gostaria que você falasse um pouco sobre a importância da escola ter ampliado seu repertório cultural, e, entretanto não ter conseguido lidar com esta ampliação.
Valéria - Meu encontro com a literatura foi de fato na escola, na verdade eu sempre fui muito inquieta e na sala de aula não era diferente. Os professores não sabiam como lidar com o meu comportamento diante dos demais, eu não prestava atenção nas aulas e sempre levantava algum questionamento. Nos corredores e pátio da escola eu vivia chamando atenção de algum modo e por esse motivo a diretora me colocava de castigo. Deixavam-me numa sala sozinha e como eu passava horas e horas por lá, comecei a folhear os livros que havia numa prateleira. A partir daí começou meu interesse pela leitura. A escola na verdade teve que se adaptar a minha forma de ver o mundo, passei a escrever poesia e a organizar festivais dentro da escola, era muito complicado sensibilizar os professores e outros alunos para inovar a metodologia de ensino. Eles não entendiam por que aquilo poderia ser tão importante, na verdade não estavam dispostos e nem preparados para o novo. Eu comecei então a conter meu desejo de mudança, me sentia sozinha mesmo estando no meio de toda aquela gente que eu conhecia desde sempre. O fato da escola não ter ampliado seu horizonte está diretamente ligado ao fato de carregarmos o estigma de que pobre não precisa ampliar conhecimento, pobre não gosta de ler e, portanto não pode ampliar sua visão de mundo. Todo o contexto escolar era favorável á esse tipo de conceito por que não havia biblioteca, nem laboratório de informática, os recursos que havia eram o quadro e o giz.
Valéria - Acredito que a escola precisa repensar sua metodologia, não dá pra imaginar uma escola em pleno século xxI sem recursos que propiciam o desenvolvimento pleno do aluno. Acho que a escola ainda funciona num molde arcaico, a função que ela exerce é de ensinar o aluno a ler e a escrever, ela está preocupada em escolarizar quando na verdade ela deve EDUCAR. É preciso aproveitar o potencial que cada aluno trás consigo, envolver outras manifestações artísticas para dinamizar os conteúdos á serem trabalhados. A escola deve acompanhar a velocidade pela qual as coisas acontecem e se transformam, por que o mundo além dos muros da escola é muito mais atrativo.
Escola
Professores
Diversidade
Família
Manari
Valéria - A escola foi o espaço onde eu aprendi embora de maneira árdua a me descobrir enquanto ser humano.
Os professores foram os heróis que aprendi a admirar, por que havia uma luta diária que era travada por eles contra um sistema complexo e muito perverso. Eles eram apontados como culpados, quando na verdade não passavam de vítimas.
Diversidade: é a palavra que define o valor real de nossa existência, é o que nos faz acreditar que só existe sentido para as coisas que são diferentes e que nos completa de algum modo. Diversidade é isso que nos faz reconhecer outras formas de cultura, expressão de arte, beleza, é justamente o motivo pelo qual somos instigados a pensar, a questionar sobre as outras pessoas e situações, a aceitar e principalmente respeitar toda e qual quer forma expressão humana.
Manari: Bom, este foi o cenário que abrigou meus sonhos e que me fez sair do casulo e voar para além das impossibilidades. È o cantinho onde descobri as coisas mais fantásticas da minha existência, onde conheci as pessoas mais importantes. Manarí é o lugar que um dia vai ser conhecido mundialmente como a cidade das pessoas que deram á volta por cima, que vai ter escolas com ensino de qualidade e onde as pessoas vão poder ler á qualquer hora da vida.
Ao final do encontro combinamos o calendário para o dia 09/05:
- Discussão e Leitura do Primeiro Capítulo do Livro "O ensino de matemática hoje"
- Experiência de sala de aula "Sólidos Geométricos" (Edilaine)
Coordenação: Roberto Barbutti
quarta-feira, 18 de março de 2009
Encontro 14/03/2009

segunda-feira, 9 de março de 2009
Encontro 28/02/2009
Talvez haja pressupostos políticos-pedagógicos que nós que queremos melhorias no ensino público nos identificamos. No entanto, quando provenientes de governos que não subsidiam tais pressupostos efetivamente, não devem ser compreendidos de forma ingênua. Pois, alguns pressupostos são apropriados pelas políticas públicas de forma a justificar outras lógicas.




